Archive for abril, 2009

Um presente legal para o Dia das Mães.

Revisteiro Luft preto

Já está mais do que na hora de decidir o presente do Dia das Mães.
Para as mamães que curtem decoração e estilo, o ideal é presentear com um objeto de decoração sofisticado e elegante como o revisteiro Luft, lançamento exclusivo da bade para o Dia das Mães.

Revisteiro Luft UV

É uma peça que pode ser usada em salas, halls, dormitórios e até mesmo em banheiros.
Formado por uma base em poliéster e hastes em alumínio maçico polido, tem como diferencial o sistema de distribuição de peso para manter as revistas suspensas, provocando um efeito de flutuação.

Detalhe

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Suas linhas clássicas e sóbrias casam-se com praticamente todos os estilos de decoração, principalmente com o moderno, contemporâneo e minimalista.
Para saber mais sobre o produto, basta clicar aqui e ir direto para a loja bade.

Detalhe

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A luz do outono no jardim.

Há algo acontecendo todas as manhãs no jardim.
Todos os dias.
Basta um olhar mais atento e você descobrirá coisas nunca vistas antes, mas que sempre estiveram lá.
Ao seu dispor e à sua espera.

renda3

Você, se nunca viu, é porque nunca olhou.
No outono quem manda é a luz, dourada.
Basta observar.

Folha

Folha

Alien

Fotos de Carlos Baptistini

Bizarrices arquitetônicas: é um prédio ou é um piano?

Ele toca?

Ele toca?

É para olhar e pensar: um prédio em formato de piano foi construído em Huainan, na China.
Sim, tem gente que vê sentido em uma coisa assim…

Puma, o carro elétrico da GM para sair da crise.

É quase isso...

É quase isso...

Não parece, mas é sério.
A GM apresentou em NY um protótipo de um novo veículo desenvolvido em parceria com a Segway (aquela do veículo bípede), apostando que é a solução para a locomoção nas cidades e talvez para espantar a crise.
O novo veículo é elétrico,  acomoda duas pessoas, tem 2 rodas e uma espécie de guidão para dirigir.
Seu nome, Puma, é a sigla de Personal Urban Mobility and Accessibility, algo como mobilidade e acessibilidade urbana pessoal.

O que é isso?

O Puma.

autonomia é pequena, de apenas 56 km.
Estranhamente a autonomia é a mesma da velocidade alcançada, de 56 km/h.
Portanto se você andar a todo vapor terá carro para apenas 1 hora de uso.
Depois disso tem que achar uma tomada para plugar o veículo.

A pergunta que fica é: tomando como base o design dos veículos atuais, será que os consumidores vão querer comprar um carro que mais parece um riquixá?

Duvido!

Mostra do design brasileiro no MAM SP.

Poltrona Diz - Sérgio Rodrigues

Poltrona Diz - Sérgio Rodrigues

O Museu de Arte Moderna de São Paulo, MAM, exibe de 07/04 até 28/06 de 2009 a mostra Design Brasileiro Hoje: Fronteiras, que reúne 95 nomes e suas criações.
Serão expostos diversos produtos do design nacional, desde a conhecida sapatilha Melissa até a poltrona Di, de Sérgio Rodrigues, incluindo a premiada luminária Bossa, do designer Fernando Prado.
Lógico que não é uma Melissa comum que estará exposta, mas a versão criada pelos badaladíssimos irmãos Campana.

Melissa Campana

Melissa Campana

A mostra abre com definições do tipo “Hoje, a geopolítica cultural mudou. Há um interesse enorme por nossa produção.” dita pela curadora do evento, Adélia Borges, que afirma também que as criações brasileiras anteciparam a onda verde mundial com conceitos sobre a sustentabilidade e o uso ecológico de materiais.

Ufanismos à parte, é uma oportunidade interessante para conhecer e revisar o design brasileiro, suas pretensões e ambições.

E esperar que um dia esse design deixe de ser elitista e passe a ser oferecido para a população que compra seus móveis nas Casas Bahia, por exemplo.

Endereço e informações:
MAM – Parque do Ibirapuera, portão 3 – s/nº – São Paulo – SP – Brasil
Tel.: (11) 5085-1300

Horários
Bilheteria: terça a domingo e feriados das 10h às 17h30
Visitação: terça a domingo e feriados das 10h às 18h
Entrada: R$5,50
Entrada gratuita aos domingos

Morar no interior custa menos.

Entregando gás

Entregando gás

As indústrias que usam gás na produção, lideradas pelo setor ceramista, estão reclamando do alto custo do gás natural monopolizado pela Petrobrás.
O tema, que surgiu com destaque esta semana nos jornais, revistas e telejornais, provavelmente com o intuito de ganhar o seu quinhão de vantagens em meio à crise, é a origem da série de artigos que serão publicados neste blog sobre a vida em uma cidade do interior.

Nas grandes cidades e capitais a maioria das casas de classe média são servidas pelo gás natural, encanado.
É um conforto. Basta ligar o fogão ou o chuveiro (lógico que nos modelos que utilizam gás) e ele está lá.
É só pagar a conta.

No interior essa comodidade não está presente na maioria das cidades de médio e pequeno porte.
Usa-se o gás de botijão, entregue de porta em porta, de 13 kg líquidos, de GLP (gás liquefeito de petróleo).
Quando você se esquece, ou por algum motivo consome mais que o normal, ele acaba antes do “caminhão” do gás passar.
O fogão não acende.
É um saco.

Mas a comodidade dos gás encanado tem um preço: R$ 65,00 pelo equivalente a um botijão de 13 kg que custa, em média, R$ 31,00. Preços da cidade de São Paulo.
Um custo superior a 110% pelo conforto do gás encanado.

Se você nunca usou um fogão abastecido pelo gás de botijão, deve estar se perguntando como é que termina aquela situação do fogão sem funcionar por falta de gás.
É simples: você liga e pede para a distribuidora entregar na sua casa, no máximo em 40 minutos ele chega.
Ou então você vai com o botijão vazio até a distribuidora e volta com um cheio.

Para quem mora no interior é simples.
E muito mais barato.

Foto: Projeto Olhar sem Fronteiras

A Guerra Mundial de Travesseiros.

A guerra

A guerra

Uma batalha está marcada para sábado, 04/04/2009, às 17 horas em frente ao obelisco do Ibirapuera.
Além de São Paulo outras 18 cidades brasileiras e mais 49 pelo mundo vão estar participando desta guerra.
É o World Pillow Fight Day.

Para você entender melhor, trata-se de um evento que tem como objetivo “descontrair e aproveitar melhor o espaço urbano” segundo Caio Komatsu.
As pessoas, mobilizadas via internet, vão se reunir no local e promover uma batalha usando travesseiros.
Aparentemente o ato dos travesseiros é muito semelhante às famosas flash mobs, que são mobilizações relâmpagos, combinadas em cima da hora, criadas em 2003 com o objetivo de reunir pessoas que não se conheciam, comunicadas via internet, para realizar um ato fora do convencional que durava apenas alguns minutos.
Depois disso, se dissipavam e cada um seguia a sua rotina.

Mas a guerra de hoje tem elementos que não a caracterizam como um ato espontâneo, sendo inclusive apoiada por um fabricante de travesseiros.
Coisas do marketing que se mete em tudo, mas fazer o que?

As regras também estão presentes:
- o participante tem que fazer de conta que está ali por acaso, foi comprar um travesseiro e quando voltava para casa foi surpreendido com o tumulto e resolveu participar.
- não usar violência.
- não colocar objetos pesados ou cortantes dentro do travesseiro.
- não atacar quem protestar contra o evento.
- não dar travesseiradas em quem estiver sem travesseiro.

Ficou tudo tão esquematizado que vai ser difícil alcançar o objetivo do ato, ou seja, descontrair e aproveitar melhor o espaço urbano.
Coisa de quem se estressa até para desestressar…

Foto de piccadillywilson

O luxo, o exército de marginais e o dinheiro.

Por dentro da Daslu

Por dentro da Daslu

Minha mãe costumava dizer: “Se o governo não tiver a preocupação de colocar na escola essas crianças de rua, quando vocês crescerem teremos que andar armados nos carros, porque eles vão se transformar num exército de marginais”.
A gente ria, achava que ela estava exagerando na retórica. E foi o que aconteceu.
Justamente porque no Brasil não se dá a devida importância à educação. As crianças ficam pouco tempo na escola e muito tempo soltas na rua.

O texto acima é parte de uma entrevista com Eliana Tranchesi, da Daslu, antes de abrir a nova Daslu e antes de ser indiciada pela Polícia Federal na Operação Narciso.
Quem diria que justamente ela seria acusada pelos crimes de formação de quadrilha, fraude em importações e falsificação de documentos?

Para terminar e deixar você com as suas conclusões, um outro trecho da entrevista:

Não gosto nem de contar dinheiro. Odeio mexer em dinheiro. Detesto fazer conta. Eu gosto do que o dinheiro traz, claro. Mas não ligo para muito dinheiro.
Porque a gente se acostuma com o carro, com o relógio, com a jóia. A gente se acostuma com tudo. Eu era tão feliz na época em que tinha de dividir o carro com o Bernardino e pagava as contas com dinheiro contadinho quanto sou hoje. Nunca fiz a Daslu pelo dinheiro, fiz pelo prazer.
Tudo o que dá dinheiro e não dá prazer é muito chato.