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Agora está fácil!

Hoje mais uma parte do novo produto da bade.
Com esta dica ficou mais fácil ainda adivinhar o que é.
Vamos lá, deixem os palpites no comentários.

Fácil demais

Fácil demais

Adivinhe o que é.

Um novo produto da bade está chegando e ela escolheu o blog Decorando Tudo para fazer o lançamento.
Este produto só estará à venda na loja online da bade a partir da semana que vem, mas você poderá vê-lo aqui em primeira mão.
Mas não será de mão beijada, pois vamos mostrar apenas uma parte dele.

taichi

O que podemos adiantar é que o produto tem linhas elegantes, pode ser usado apenas como objeto decorativo ou como utilitário.
E aí? Se você quiser arriscar um palpite, deixe um comentário.

Para não ficar tão difícil, mais uma dica: pode ser usado na cozinha ou sala de jantar.
Agora ficou fácil…

Casa Cor investe na decoração para velhinhos, ops!, terceira idade.

Essa notícia é fresquinha: a Casa Cor 2009 terá, pela primeira vez, um espaço destinado à terceira idade com decoração e projetos voltados à segurança, conforto e locomoção para quem já tem mais de 60 anos.
Com certeza é uma questão de mercado, pois pode apostar que ou os velhinhos estão mais ricos ou foi uma forma encontrada para aparecer mais na mídia.

CasaCor 2008, ambiente de

CasaCor 2008, ambiente de Léo Shehtman

O que vai ser estranho é pensar que os velhinhos, se a casa fosse habitável, teriam que ficar confinados ao ambiente específico da terceira idade, pois geralmente as propostas dos arquitetos e decoradores da Casa Cor para os outros ambientes são para quem tem habilidades atléticas, como o ambiente mostrado na foto, chamado Estúdio 1, de Léo Shehtman, da CasaCor 2008.
Note os desníveis no piso, as banquetas e as poltronas.
Tem que ter uma coluna jovem e perfeita para tudo isso aí…

A decoração da casa do Big Brother Brasil.

Cama da Suruba

Cama da Suruba

Que o programa Big Brother, da Rede Globo, é lixo cultural não compensa nem falar sobre.
Nada diferente do restante da programação da tv[bb] aberta no Brasil com seus Domingão do Faustão, Gugu, Fantástico, Ana Maria Braga etc. É tudo imprestável.

Mas há algo interessante no Big Brother e diz respeito à decoração.
Eu explico: talvez pelo surrealismo do programa e dos participantes, os ambientes da casa do Big Brother fogem daquelas coisas palacianas ou faveladas que são apresentadas nas novelas, meramente caricaturas das casas dos ricos e dos pobres.

É uma rara experiência ver na tv algumas propostas quase arrojadas que são apresentadas no programa, como o tal quarto palácio de cristal[bb], com paredes e teto cobertos totalmente por espelhos.
O lado ruim é que o nosso povo entende televisão como algo a ser copiado e seguido, então talvez alguns loucos vão achar lindo reproduzir exatamente isso em casa.

Quarto Palácio de Cristal

Quarto Palácio de Cristal

Assim como copiam as roupas[bb], as bundas, os cabelos e os peitos dos artistas de novelas, vão copiar os ambientes do Big Brother.
Seria melhor que enxergassem essa decoração como propostas e as confrontassem com outras como as das novelas, dos filmes, dos livros e do seu cotidiano.
E não fizessem a cópia.
Que assimilassem.
Que renovassem.

Pois decoração[bb] nada mais é do que personalizar e não seguir o que está na moda.
Decorar é fazer o seu ambiente confortável e agradável para você.
Mas querer que os fãs do Big Brother entendam isso é sonhar demais.
Seria como sonhar que ninguém vai perder tempo assistindo essa porcaria.

Futon

Futon

Piscina

Piscina

P.S.- As fotos que ilustram esta postagem foram retiradas do blog do Big Brother Brasil.
Para ver a matéria original, clique aqui ou aqui.

As tendências da decoração 2009

Decoração tropical para novo rico.

Decoração tropical para novo rico.

De agora, final de 2008, até começo de 2009 você vai ler muito sobre as tendências da decoração para o próximo ano.
Segundo o Comitê Brasileiro de Cores, as tendências estão divididas em 4 perfis que são os seguintes:

- Os “ecotons“, para os que gostam de passar uma imagem de sustentabilidade, com predominância de tons verdes, uso de madeira[bb] reflorestada, eucalipto, rami, juta e sisal.
– Os “ludis“, para os que preferem objetos de formas inusitadas e cores vivas, com grandes estampas, personagens[bb] de desenhos animados, adesivos, pichações e móveis de laca.
- Os “neo golden“, para os novos ricos, com o uso intenso do dourado, mas agora na versão envelhecida, e da prata, a grande novidade que invade toda a casa[bb], inclusive nas paredes, pois combina com tudo.
– Os “maxmini“, uma coisa indefinida que concilia extremos. Aqui o negócio é usar muita transparência, luzes[bb] e vidro (note que o vidro também é transparente). A sugestão é usar grandes peças de revestimento e pequenos pontos de leds e de cristais.

Como você pode notar, tudo muito superficial e como se fosse fácil sair trocando os móveis e pintando a casa como quem troca de roupa…
Como você é uma pessoa esperta e quer se aprofundar no assunto, veja como as tendências são formuladas:

Primeiro, uma breve explicação de como funciona:
- É mais ou menos como uma Bolsa de Valores, funcionando na base de palpites e apostas de pessoas que quase sempre erram em suas previsões (vide a crise).
Um grupo de pessoas, influentes na mídia, dá a sua opinião baseada em interesses, como por exemplo, da indústria de móveis ou dos fabricantes de tintas para os quais prestam consultoria e elaboram projetos. Normalmente esse grupo tem o pomposo nome de Comitê ou Bureau. Essa é uma das formas.
- Uma outra forma, essa muito mais frequente, são os “chupões” dados nas feiras e mercados internacionais. Hoje em dia está muito mais fácil, pois ninguém precisa ir até Milão ver o que está sendo vendido lá, basta apenas dar uma busca no Google e pronto.

Segundo, como essas informações chegam até você:
- As revistas de decoração e os cadernos de jornais, com prazo de fechamento curto, pessoal reduzido e sem muito assunto no final de ano, dão uma compilada nessas informações, misturam tudo e colocam umas “criações” das produtoras para parecer conteúdo original.
Por exemplo: se está rolando o papo que o dourado está na moda, basta pegar uma daquelas horrorosas araras coloridas que são vendidas em lojas para turistas e pintar com um spray Color Gin na cor dourado. Aí coloca-se a arara dourada em um ambiente com uns móveis bem caros e está pronta a matéria. Depois disso, basta olhar a foto e, junto com sábias instruções dos Comitês e decoradores renomados, inventar um texto em cima.

Terceiro, como o que está escrito em revista tem muita credibilidade, os blogs que falam de decoração começam a copiar essas dicas das revistas e rapidamente são indexados no Google.
Aí, você vai no Google e digita “tendências para decoração 2009″ e ele lista um monte de blogs e sites com o tema para você dar uma espiada.

Um método bem científico, não é?

Não precisa gostar, mas precisa experimentar.

Caixa de MDF

Caixa de MDF

Normalmente uma pessoa que gosta de decoração e decide participar desse mundo, usa como porta de entrada o artesanato, aprendendo técnicas como a découpage.
É tão fácil que aprende em um piscar de olhos.
Sem dúvida é um dos melhores caminhos para começar, mas não a melhor opção para ficar estacionado.

Esse tipo de artesanato oferece a técnica, ou seja, ensina como fazer.
Mas nunca ensina o que fazer e porque fazer.
Se você já tem a técnica, é hora de começar a trilhar a estrada da experimentação e descobrir como usar a técnica para gerar algo diferente, com a sua marca.

Se você não se preocupar com isso, acabará tendo em casa um estoque enorme de caixinhas de vários tamanhos com várias estampas, mas que no fundo são todas parecidas.
Se você usá-las para decorar a sua casa, vai ficar parecendo uma casinha de boneca.
Se você for tentar vendê-las para os seus conhecidos, vai enfrentar uma concorrência brava, pois todo mundo faz igual.

O que fazer?
Primeiro, pesquise. Descubra que há vários estilos e que eles podem ser aplicados à técnica que você aprendeu.
Segundo, pense. Descubra outras formas de trabalhar com esse técnica.
Terceiro, experimente. Provavelmente levará um certo tempo para você descobrir esse novo caminho.
Quarto, pratique a auto-crítica. A opinião de conhecidos tende a ser amena, normalmente elogiando. Dificilmente você ouvirá frases do tipo “xiiiiiii, mais uma caixinha com florzinha…”.

Uma découpage

Uma découpage

Não se limite somente às coisas que você gosta na atualidade.
Pode ser que você não goste de outras coisas simplesmente porque não conhece.
E libere-se dos preconceitos bobos do tipo “isso não é para mim” ou “não faz meu estilo”. Essas frases só podem ser ditas depois de conhecer um pouco mais sobre o assunto.
E tenha em mente que mesmo o que você não gosta, é um conhecimento adquirido.

Para não ficar só no blá-blá-blá e você aí se perguntando “e eu faço o que?”, tente algumas coisas como:
- Seja original.
- Para découpage, basta um papel fino e resistente. Use cores chapadas e recorte elementos geométricos.
- A princípio, se o formato não for muito complexo, quase tudo pode ser decupado. Varie um pouco, faça um pôster legal com coisas que você gosta para colocar na parede.
- Pesquise um pouco sobre Pop Art e sobre Grafite. É um jeito legal e leve para começar a entender porque algumas coisas acontecem.
- Mostre o seu trabalho para todo mundo e, muito importante, dê mais atenção às críticas do que aos elogios.

Só isso?

Casa minimalista

Casa minimalista

Um projeto ou uma decoração minimalista não é coisa fácil de se ver.
Nem de fazer.
Talvez por isso seja difícil vê-las.

Apesar das revistas, dos blogs e dos entendidos que introduziram o termo “clean” no mundo da decoração como sinônimo do minimalismo, uma coisa não tem nada a ver com a outra.
Ele é um conceito autêntico traduzido pela frase “menos é mais”.
Sua principal característica é o uso de elementos indispensáveis formando um conjunto balanceado e coerente.

E por que é tão difícil de fazer?
Justamente porque é necessário um conhecimento que vai muito além do simples bom gosto que todo mundo acha que tem.
Colocar um monte de almofadas em um sofá é coisa que qualquer um pode fazer.
Assim como encher uma bancada de badulaques de todos os tipos, seguindo algum princípio de união como a cor ou o formato, por exemplo.
Agora, fazer um ambiente utilizando somente o essencial e interligando os elementos deixando-o perfeito, não é coisa para qualquer um.

Casa minimalista

Casa minimalista

Então, nesse meio tempo surgiu o famoso “clean”.
Pode reparar, nas revistas eles usam clean para descrever praticamente tudo o que tem linhas retas e cores claras, neutras ou monocromáticas. Até aí dá para engolir.
O problema é quando, com ares de especialistas, confundem o minimalismo com esse “clean”.
Não querendo ser purista, o minimalismo tem muita personalidade, enquanto o “clean” não vai muito além de uma cozinha modulada, coisa sem sal e sem açúcar que consumimos nestes tempos de controle do colesterol e da triglicérides da decoração.

As fotos que ilustram esta postagem são da Tetsuka House, Tokyo, 2005, um projeto do arquiteto minimalista John Pawson.

Casa minimalista

Casa minimalista

Casa minimalista

Casa minimalista

É um quarto para os seus filhos ou o quarto que você gostaria de ter quando era criança?

Coisinhas japonesas

Coisinhas japonesas

Olha cada perguntinha chata:

- Você conheceu telefone com disco de números?
- Você conheceu disco de vinil?
- Você conheceu a TV Tupi ou a Rede Manchete?

Se você respondeu todas as perguntas com um “SIM!”, ganhou o prêmio “Não tenho mais idade pra isso” e provavelmente já tem filhos.
Mas se você respondeu “Nããão!” para todas, ganhou o prêmio “Eles não sabem de nada, eu sei tudo” e provavelmente é o próprio filho dos sim aí de cima.

O tempo passa e as referências também. Felizmente!
Pois bem, pense nisso na hora de fazer qualquer coisa relacionada com a decoração do quarto dos seus filhos. Pesquisando “quarto infantil” e “decoração infantil” no Google, você vai ver que as meninas são as que mais sofrem.
Você só encontra coisas com lacinhos, fitinhas, borboletinhas, almofadinhas, babadinhos e tudo rosinha. Resumindo, só quarto da Branca de Neve na casa dos 7 anões…
Para meninos a coisa não é tão caracterizada, mas…

Infelizmente esse é um erro que até os decoradores cometem quando vão criar um ambiente infantil: pegam as referências de quando eles eram crianças, lá quase na pré-história e trazem para os dias de hoje.
Fica parecendo um cenário de desenho animado do Walt Disney com a Bela Adormecida.
Hoje em dia, o negócio é Pixar, DreamWorks e alguns outros que nem conhecemos.
As personagens femininas infantis e adolescentes são Pucca, Meninas Super Poderosas e algumas outras que também não conhecemos. E os meninos adoram qualquer coisa que dá soco e espirra sangue.

Os designers que estão criando esses móveis são adultos e, igualmente, não se interam do universo infantil atual e buscam na sua infância as referências.
E as crianças que vão ser usuárias da decoração? Ora, são crianças e não contam nessa hora…

A indústria de decoração não usa e ainda não descobriu o marketing que a indústria de porcarias infantis em forma de salgadinhos e brinquedos usa e abusa, então as crianças ainda não opinam na decoração.
Mas deveriam opinar e deveriam ter um ambiente adequado ao estilo de vida deles, enfim, deveriam ser ouvidos.
Pra que serve um monte de bichinhos de pelúcia arrumadinhos, um ao lado do outro, em um quarto infantil se a criança não brinca mais com pelúcia?
Só deve ser para agradar o gosto dos pais.
Para que serve aquela caminha de princesa?
A cômoda cheia de lacinhos?
A cadeirinha quase provençal, rosinha, com uma almofadinha no assento?
Você já se perguntou tudo isso?

A sua coleção de CDs, com seus encartes, organizados cuidadosamente por ordem alfabética em uma estante, é preciosa só para você.
As crianças e adolescentes de hoje usam iPods e carregam no bolso o equivalente a todo o conteúdo da sua estante.

Para terminar, as fotos mostram ambientes infantis encontrados no Google e personagens atuais.
Fala a verdade: combinam?

Roupinhas para menina

Roupinhas para menina

Quarto Frufru

Quarto Frufru

A tal da Pucca

A tal da Pucca

Mais um pouco de frufru

Mais um pouco de frufru

Eu gosto de comer, então sou um bom cozinheiro?

Bolo de chocolate

Bolo de chocolate

Adoro comer. E quando como, vou formando a minha opinião: isso é legal, isso não é, aquilo é mais ou menos etc.
E a medida que a gente vai comendo e ficando mais redondo, vai também sofisticando o paladar, preferindo um vinho que não seja Chapinha ou Sangue de Boi, percebendo a diferença entre o óleo Maria e um azeite de verdade, trocando o vinagre Castelo por um aceto balsâmico e por aí afora…
Mas aí eu pergunto: será que se eu me meter a criar receitas apenas pela experiência do meu paladar, vai dar certo?
Quer fazer o teste? A receita abaixo é de um bolo e foi criada agora. Se você tiver coragem…

- 2 xícaras de farinha
- 2 xícaras de água
- 2 ovos
- 4 colheres de açucar
- 1 colher de fermento em pó
- 2 colheres de sopa de chocolate em pó
Enfie tudo na batedeira, bata (é lógico), coloque em uma forma untada e leve ao forno médio por 30 minutos.

A chance disso dar certo é mínima. Pode ficar duro e quebrar o seu dente, pode quebrar a batedeira antes mesmo de quebrar o seu dente ou pode virar um ser gosmento.
E se você ainda assim quiser ir até o final, engolindo a coisa, vai ter a questão do gosto.

É a mesma coisa que acontece com a decoração.
Não é porque uma pessoa tem um pouco de senso estético (o popular bom gosto) que vai conseguir fazer uma boa decoração.
Como no caso da receita, vai errar nos ingredientes, não vai acertar na dosagem e dificilmente vai conseguir coerência e equilíbrio.
Só que a decoração não precisa ser mastigada e engolida, então é mais fácil do que fazer um bolo e servir com um sorriso orgulhoso acompanhado da frase “Gostou? Eu que fiz!”
O bolo, se servido e estiver horroroso, vai ser cuspido para fora acompanhado de um “Blergh!”.
A análise da decoração vai vir com um belo sorriso falso acompanhado de um “Adoreeeei!”.

Voltando ao bolo, para você acertar o melhor é seguir uma receita, com medidas corretas e elaborada por alguém que entende de fermento, farinha, ovos etc. Esse profissional, o cozinheiro, sabe o que está fazendo.
Percebeu? A receita é o projeto de decoração e o cozinheiro é o decorador.
Ele sabe a proporção, a dosagem e sabendo qual é o seu paladar, vai fazer um bolo para você.

Isso também não quer dizer que você não pode tentar. Pode e deve!
Mas, conselho meu, antes de ir comprando tudo o que você acha bonito e de deixar a sua casa parecendo uma loja de souvenir e artesanato, faça você mesmo um projeto, estude, pesquise, pesquise, pesquise, pesquise, pesquise…
Mas se for uma coisa que você tem pressa, chame logo o decorador, até porque ele também costuma demorar…

O homem e a decoração – Parte 3 (final)

Vaso ou troféu?

Vaso ou troféu?

As 2 postagens anteriores pretendem mostrar a diferença entre um homem e uma mulher quando o assunto é decoração.
Lógico que está generalizado, pois existem homens que se interessam por decoração e mulheres que não se interessam nem um pouco, mas não são maioria.

Voltando à história do troféu, é ponto pacífico que trata-se de uma peça horrorosa, mas não é o seu visual que conta e sim o seu significado.
Sob esse ponto de vista, é importante não enxergá-lo como um objeto de decoração e sim como uma peça de valor sentimental.

É como aquele objeto que a mulher coloca em algum ponto de destaque da casa, mesmo não tendo nada a ver com a decoração, mas que é um objeto que está na família há muito tempo, coisa que veio da vovó…

Portanto, se é inevitável o tal do troféu no meio da sala, comece a enxergá-lo como um objeto de família, que vai passar de geração para geração.
E torça para que o time de futebol nunca mais ganhe nenhum campeonato.

Para encerrar, umas pequenas dicas para os homens sobre o tema decoração:
- NUNCA coloque um troféu no meio da sala.
- Não chame um vaso de jarro.
- Nunca responda sempre “ficou bom” quando a pergunta for “o que você achou disso?”. Varie a resposta, use “interessante” algumas vezes, outras vezes diga “é um estilo marcante” e a cada 3 respostas afirmativas, alterne com um “não gostei”. Isso vai fazê-lo parecer quase um expert em decoração.

E vamos viver todos em paz!