Posts Tagged ‘designer’
Desaioquê?

O Mundo
O artigo que estava aqui foi removido.
A causa da remoção foram os comentários dos designers revoltados.
Após ler e refletir um pouco achei que esta seria a melhor solução.
Dois comentários, especialmente, foram determinantes.
O primeiro assinado pelo sr. Paulo educadamente oferecia ajuda para a questão.
Apresentava a suas qualificações na área de design com destaque para 2 graduações, uma em design e outra em arquitetura e, diante disso, imagino, deve estar contribuindo para definir o que faz um designer, captando seguidores da suas idéias.
No contexto atual, possuir graduações é bastante respeitável.
Em meio às suas muitas palavras, vou destacar 2 exatamente como estavam escritas e que mostram como anda o ensino no Brasil, inclusive do design. Logo no início, lamentando o que eu tinha escrito, ele usa o termo “em fim” que suponho referir-se à enfim.
Logo após, explicando quando entendeu o que era design, crava no texto a forma “atraz” quando, supondo novamente, a intenção era dizer atrás.
Conseguir 2 graduações apesar de não ter sido alfabetizado corretamente me faz duvidar mais ainda desse design que diz ir muito além da forma e função, passando por cima do desenho para representá-las, para discutir a sua relação com o meio, seja lá o que isso quer dizer.
O outro comentário decisivo foi feito por uma pessoa supostamente chamada Carol que, sem paciência e revoltada, dizia para eu enfiar um x-burger no rabo utilizando no lugar da palavra rabo outra muita conhecida formada por 2 letras.
Esse foi a gota d’água.
Não fiquei chocado pela proposta, mas sim por ver que uma “diretora de arte” não sabe que a palavrinha com 2 letras não leva acento.
Isso é básico, pois esses “designers“, como a Carol, andam animados em desenvolver brands e outras cositas más para os seus clientes.
Todos os comentários, sem exceção, foram escritos por pessoas (professores inclusive) que, notadamente, não foram alfabetizadas corretamente e mesmo assim conseguiram concluir um curso universitário.
A capacidade de interpretação de um texto também parece ter sido bastante afetada nos últimos anos, pois o artigo que estava aqui anteriormente não foi escrito para designers, mas sim para orientação básica de alguns consumidores que ainda não sabem diferenciar o design do artesanato.
Nenhum artigo deste blog se destina a discutir academicamente qualquer tema ligado a design.
Para os que gostam de fazer isso, indico este link aqui, onde as mais fantásticas definições de design estão presentes.
Dá para passar um final de semana inteiro polemizando e discutindo a questão.
O meu negócio é outro.
Não me enquadro nessas definições de designer, não quero ser designer e, definitavamente, não sou designer.
Para mim o assunto está encerrado e o meu artigo não vai mais fazer o mundo entender erroneamente a profissão dos designers.
Tchau, mossada!
Ooops! MoÇAda!
O Brasil não tem bons designers?

Orbit
Há coisas que ficam na cabeça da gente e aparentemente não têm uma explicação clara.
Se você é um leitor de blogs relacionados à decoração e design de produtos, deve conhecer um monte que divulga diariamente, ou quase, produtos e idéias.
Mas, não sei se você já notou, quase nada do Brasil. Alguns colocam até o preço em dólar ou euros, além do link para comprar.
Bem, daí resta uma dúvida: o design brasileiro não é bom o suficiente para ser mostrado ou será, mais uma vez, o nosso lado colonizado achando que o que vem de fora é mais “hype“?
Procurar pela rede os bons designers nacionais dá um pouco mais de trabalho, mas não é porque eles não têm o capricho de fazer boas fotos ou um bom site.
É porque os gringos têm mais grana, mais recursos, mais apreciadores e mais divulgadores (nós inclusive).
O designer nacional tem a si só e pronto.
Talvez seja a hora de começar a pensar no consumo e na divulgação do design nacional.
O design nacional, principalmente no setor de decoração, precisa de recursos para deixar de ser quase um artesanato com muita cerâmica, terracota e juta.
Vamos deixar a herança cultural para o artesanato e partir para a comercialização de um design com temáticas que reflitam o nosso dia-a-dia.
Particularmente eu nunca vi um índio frente a frente, nem onça.
Nasci na cidade e nela eu vivo.
O designer nacional, acreditem, já usa computador, projeta com auxílio de CAD CAM, não é ativista de ONGs, não vive em comunidades ribeirinhas ou indígenas e é um profissional como qualquer outro, ou seja, precisa vender os seus serviços e produtos.
Exatamente como os designers europeus.
A diferença é que o designer nacional, se quiser ver os seus designs transformados em produtos, tem que ele mesmo investir na fabricação, comercialização e divulgação.
E sozinho.
Desaioquê?

O Mundo
O artigo que estava aqui foi removido.
A causa da remoção foram os comentários dos designers revoltados.
Após ler e refletir um pouco achei que esta seria a melhor solução.
Dois comentários, especialmente, foram determinantes.
O primeiro assinado pelo sr. Paulo educadamente oferecia ajuda para a questão.
Apresentava a suas qualificações na área de design com destaque para 2 graduações, uma em design e outra em arquitetura e, diante disso, imagino, deve estar contribuindo para definir o que faz um designer, captando seguidores da suas idéias.
No contexto atual, possuir graduações é bastante respeitável.
Em meio às suas muitas palavras, vou destacar 2 exatamente como estavam escritas e que mostram como anda o ensino no Brasil, inclusive do design. Logo no início, lamentando o que eu tinha escrito, ele usa o termo “em fim” que suponho referir-se à enfim.
Logo após, explicando quando entendeu o que era design, crava no texto a forma “atraz” quando, supondo novamente, a intenção era dizer atrás.
Conseguir 2 graduações apesar de não ter sido alfabetizado corretamente me faz duvidar mais ainda desse design que diz ir muito além da forma e função, passando por cima do desenho para representá-las, para discutir a sua relação com o meio, seja lá o que isso quer dizer.
O outro comentário decisivo foi feito por uma pessoa supostamente chamada Carol que, sem paciência e revoltada, dizia para eu enfiar um x-burger no rabo utilizando no lugar da palavra rabo outra muita conhecida formada por 2 letras.
Esse foi a gota d’água.
Não fiquei chocado pela proposta, mas sim por ver que uma “diretora de arte” não sabe que a palavrinha com 2 letras não leva acento.
Isso é básico, pois esses “designers“, como a Carol, andam animados em desenvolver brands e outras cositas más para os seus clientes.
Todos os comentários, sem exceção, foram escritos por pessoas (professores inclusive) que, notadamente, não foram alfabetizadas corretamente e mesmo assim conseguiram concluir um curso universitário.
A capacidade de interpretação de um texto também parece ter sido bastante afetada nos últimos anos, pois o artigo que estava aqui anteriormente não foi escrito para designers, mas sim para orientação básica de alguns consumidores que ainda não sabem diferenciar o design do artesanato.
Nenhum artigo deste blog se destina a discutir academicamente qualquer tema ligado a design.
Para os que gostam de fazer isso, indico este link aqui, onde as mais fantásticas definições de design estão presentes.
Dá para passar um final de semana inteiro polemizando e discutindo a questão.
O meu negócio é outro.
Não me enquadro nessas definições de designer, não quero ser designer e, definitavamente, não sou designer.
Para mim o assunto está encerrado e o meu artigo não vai mais fazer o mundo entender erroneamente a profissão dos designers.
Tchau, mossada!
Ooops! MoÇAda!
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