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Rastreador obrigatório em veículos. Mais uma conta para você pagar

Vai treinando...
A entrada do Brasil no Primeiro Mundo, como querem nos fazer crer, vai ser paga por nós.
A nova Lei que obriga, a partir de agosto/2009, todos os veículos saírem de fábrica com o rastreador e bloqueador antifurto instalado parece, à primeira vista, um passo para a frente.
Estamos tecnológicos, inibindo o furto e o roubo de carros com o uso de satélites.
Mas…
A lei só obriga o fabricante do veículo a instalar o equipamento. Lógico que o custo será acrescentado ao valor final do carro.
A ativação do sistema e o seu pagamento mensal é por conta do proprietário. Detalhe importante e bonzinho: o proprietário não é obrigado a ativar o sistema.
Pode rodar livremente com o aparelho sem funcionar.
Traduzindo: se você quiser localizar o seu veículo depois de roubado (sim, ele não impede o roubo, apenas dificulta e onde o veículo foi parar), terá que pagar o trabalho que cabe à Polícia.
Só falta vir com as algemas para você mesmo prender o bandido.
Se fosse em Portugal estaríamos fazendo piada.
Foto de Mark Coggins
O homem sumiu, mas o castelo ainda está lá.
O deputado Edmar Moreira, mais conhecido por Edmar Castelo, DEM-MG, após renunciar à vice-presidência e da Corregedoria da Câmara, sumiu.

O castelo de Edmar Moreira
Os seus coleguinhas deputados decidiram que não vão investigá-lo, consequentemente não vão puní-lo.
Para o seu lugar na Corregedoria já tem um outro ocupante, Antonio Carlos Magalhães Neto, o conhecido anãozinho ACM Neto, herdeiro do legado político do “dono” da Bahia, Antonio Carlos Magalhães.
Para se sentir mais roubado ainda, clique aqui e veja o site oficial do Castelo Monalisa.
E nós aqui, passivos espectadores da história…
O MST está plantando soja transgênica. Deve ser coisa do capeta.
São tantas coisas absurdas, que com o tempo você irá se acostumar.
Ou, se não acostumar, vai desconfiar de tudo, de todos e das causas.

Sem terra e sem vergonha
Você, com certeza, já ouviu falar do MST, do Stedile e do povo sofrido comandado por eles. Talvez até seja simpático à causa, o que é compreensível, porque é uma causa nobre e justa lutar pela distribuição de terras improdutivas para quem não tem.
Assim como lutar pela não proliferação dos alimentos transgênicos.
O MST é um dos maiores defensores da proibição dos alimentos transgênicos, talvez até mais do que da reforma agrária. Tanto que é inimgo público número 1 da multinacional Monsanto, produtora de sementes de soja trangênica.
Até aqui, tudo lógico.
Mas, veja se não tem a mão do capeta nisso:
“No assentamento gaúcho Novo Sarandi, considerado simbólico para o MST e escolhido como palco da comemoração de 25 anos da organização, reina a soja transgênica Roundup Ready –fabricada pela Monsanto–, plantada em milhares de hectares.
No Novo Sarandi –considerado especial pelo MST por ser um assentamento criado na primeira área invadida pelo movimento, em 1984–, a soja reproduz o modelo de agronegócio que o discurso dos sem-terra sempre combateu: manipulação genética, uso intensivo de defensivos agrícolas e royalties para a multinacional.”
O trecho acima foi retirado da reportagem publicada na Folha de São Paulo, dia 23/01/2009 e você pode acessá-la na versão eletrônica clicando aqui.